Projetos em Implantação

A ACIL e o Desenvolvimento Regional

A ACIL e o Desenvolvimento Regional

Desde sua fundação a ACIL sempre esteve envolvida em projetos em prol do desenvolvimento da Serra Catarinense e sempre acreditou que o desenvolvimento da economia local gera a criação de mais vagas no mercado de trabalho, o que consequentemente resulta na melhoria da qualidade de vida de sua população.

Assim como as gestões anteriores, a atual diretoria da ACIL também trabalhou junto aos governos municipal, estadual e federal pela realização de ações para fortalecer a economia e atrair novos investimentos. Entre os projetos liderados ou apoiados pela entidade, alguns se concretizaram nesse período, outros passaram a ser pleiteados nesta gestão, mas terão o acompanhamento constante da ACIL, até sua conclusão.

 

 

Aeroporto Regional do Planalto Serrano

Aeroporto Regional do Planalto Serrano

Devido a necessidade de se ter voos regulares até os grandes centros, em 1997, foi idealizado o Aeroporto Regional do Planalto Serrano, em Correia Pinto. Este processo teve início na ACIL, com o apoio de outras entidades. E após a realização dos estudos preliminares e do pré-projeto, a ACIL liderou o processo para que um grupo formado por três importantes empresas da região assumissem os custos para a elaboração do projeto executivo do novo aeroporto, que custou R$ 100 mil. A Prefeitura de Correia Pinto adquiriu a área de 129 hectares, onde está sendo construído o aeroporto.

As obras de terraplanagem e pavimentação do novo aeroporto iniciaram em 2002, mas foram paralisadas devido à falta da liberação de recursos, sendo concluídas apenas em 2007.

No início de 2013 foram concluídas a pista, a estação de tratamento de esgoto, estação de comunicação e segurança dos voos, o terminal de passageiros e a central de combate à incêndio.

Após dezesseis anos, a Serra Catarinense ainda não sabe quando poderá contar com a operação do Aeroporto Regional de Correia Pinto. Dentre os itens para que o aeroporto entre em operação, está a conclusão da rótula de acesso na rodovia, aquisição de alguns equipamentos para auxiliar nas decolagens e pousos e a homologação na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) para que o aeroporto possa funcionar.

 

 

Revitalização do Centro de Lages

Revitalização do Centro de Lages

Em 2013 a ACIL contratou uma empresa, com reconhecimento internacional na área de concepções urbanísticas, para elaborar um projeto de revitalização do centro de Lages.

A ideia apresentada sugere algo moderno, que promova a integração e acessibilidade aos moradores da cidade.  Neste sentido, o projeto prevê a demolição do Colégio Aristiliano Ramos como parte das transformações necessárias. A estrutura foi interditada em 2011 pela Defesa Civil e de acordo com estudos e pareceres técnicos não se constitui em um patrimônio histórico para o município. Desta forma, a ACIL defende que a estrutura seja demolida para permitir a ampliação do espaço coletivo.

 

 

Lages Business Park

Lages Business Park

Um condomínio empresarial multissetorial que será construído no terreno anteriormente destinado a implantação da Sinotruk, uma área de aproximadamente 1,5 milhão m², às margens da BR 282, na localidade de Índios. Serão 345 lotes, com toda a infraestrutura necessária como estação de energia, estação de tratamento de esgoto, estacionamento, ruas asfaltadas, balança de pesagem e heliponto.  Haverá também, espaço disponível para escritórios de advocacia, contadores, despachante, restaurante, salas para cursos e centro de eventos. O terreno foi cedido pela Prefeitura de Lages, que em contrapartida receberá 30% dos lotes.

A ACIL faz parte do Conselho Administrativo do Lages Business Park, juntamente com a Secretaria Municipal de Planejamento, Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Procuradoria Geral do Município, Câmara de Dirigentes Lojistas - CDL, Instituições de Ensino Superior locais, Instituto dos Arquitetos do Brasil – IAB, Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Lages – AEA e Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina - FIESC. Este conselho irá acompanhar a implantação do empreendimento.

 

 

Áreas Industriais

Áreas Industriais

Para fortalecer e permitir o crescimento das empresas já instaladas em Lages e incentivar a vinda de novas empresas, a ACIL defende permanentemente que o município realize investimentos em infraestrutura e na aquisição de terrenos para a criação de áreas industriais.

 

 

 

 

 

 

Duplicação da BR-282

Duplicação da BR-282

A BR 282, que corta a região serrana, é uma das rodovias mais importantes do Estado, por onde trafegam milhares de veículos todos os dias.

A ACIL apresentou aos órgãos responsáveis um pedido para duplicação da rodovia ou implantação de terceiras pistas, aumento da velocidade em alguns pontos da rodovia para melhorar a trafegabilidade e colocação de passarelas na travessia urbana da BR-282 em Lages.

 

 

Usina Hidrelétrica de Paiquerê

Usina Hidrelétrica de Paiquerê

Em 2001, o Consórcio formado pelas empresas Votorantim Cimentos Ltda, Alcoa Alumínio S/A e a DME Energética Ltda, adquiriu junto a ANEEL (Agência Nacional de águas e Energia Elétrica), a concessão do projeto da Usina Hidrelétrica de Paiquerê.

O projeto prevê a construção da usina no Rio Pelotas, entre os municípios de Lages (SC) e Bom Jesus (RS) com um investimento de aproximadamente R$ 1 bilhão. No auge de sua construção deverá gerar 1,8 mil empregos diretos e 3,6 mil empregos indiretos, incrementando de forma bastante acentuada a economia de toda a região. No entanto, 14 anos depois ainda esbarra na burocracia estatal para obtenção das licenças ambientais para o início das obras.

 

 

 

Ferrovia do Frango

Ferrovia do Frango

A Ferrovia do Frango é um empreendimento com 862 quilômetros, que deve ligar Dionísio Cerqueira, no extremo oeste do estado de Santa Catarina, ao Porto de Itajaí, com um investimento aproximado de R$ 4,65 bilhões. Esta é uma obra estratégica para o Estado, melhorando o escoamento da produção, reduzindo significativamente os custos logísticos e aumentando, consequentemente, a competitividade dos produtos catarinenses.

O traçado original contempla as regiões do Vale, do Médio Vale e do Alto Vale do Itajaí, Planalto Serrano, Planalto Central, Meio-Oeste, Oeste e Extremo-Oeste do estado. Seria de suma importância para a região serrana que o projeto contemplasse a implantação de um pólo logístico multimodal junto ao Aeroporto Regional de Correia Pinto, incorporando com isso também a estrutura rodoviária de uma BR-116, cujo projeto de duplicação já foi apresentado recentemente. A ACIL entende e luta intensamente para que a mudança no traçado atualmente projetado seja realizado.

 

 

Estrada da Coxilha Rica

Estrada da Coxilha Rica

A ACIL também aposta no desenvolvimento de uma das regiões mais promissoras do agronegócio, da geração de energia eólica e hidrelétrica e do turismo no Sul do Brasil: a Coxilha Rica. Assim, a entidade apoia o projeto de pavimentação asfáltica da rodovia, que será denominada de SC-390.

O projeto de implantação e pavimentação asfáltica da rodovia, denominada de SC-390, prevê 42 quilômetros e os recursos já foram aprovados pelo Banco Andino. Esta obra é extremamente importante     para o escoamento da produção, que terá um incremento na produção de grãos em até cinco vezes. Hoje a produção é de 250.000 sacas de soja em 5.000 ha, após a pavimentação a projeção é de 1.500.000 sacas de soja em 30.000 ha.

 

 

Anel da Madeira

Anel da Madeira

Outra obra que tem o apoio da ACIL é o Anel Rodoviário do Desenvolvimento Econômico da Serra Catarinense. O contorno, com uma extensão de 364 quilômetros, ligaria Lages, através da região da Coxilha Rica, aos municípios de Urupema, Rio Rufino, Bocaina do Sul, Otacílio Costa, Ponte Alta, Correia Pinto, São José do Cerrito, Campo Belo do Sul e Capão Alto.

O chamado “Anel da Madeira” irá interligar as regiões de maior potencial para a produção de madeira, bens agropecuários e turismo da Serra Catarinense.

 

 

Gasoduto

Gasoduto

Outro investimento que a ACIL defende para a região é a implantação do gasoduto da Serra Catarinense.  O projeto, através da SC Gás, cortará 16 municípios da região, e permitirá que centenas de empresas se beneficiem do uso do gás natural. O ramal a ser construído, à partir de Ibirama, contemplará o abastecimento de gás natural para uma população de mais de 300 mil habitantes e com potencial de atender mais de 250 indústrias da região.